Bom dia.
Tudo começa com um pensamento.
Amiga, como conversar sobre o propósito? Me significar de alguma maneira? Ser alguém inexistente, cuja mente é dispersa e intrínseca ao seu pensamento.
Afinal, como posso motivar a empatia? Se de mim não gera importância?
Dos olhos cansados e do tempo esgotado, coberto de barulho e preenchido de vazio. Tudo se resume ao continuo sorriso e ao sentar aos pés da cama abraçar a incompreensão.
Você está beirando o vazio, o que tenho pra te mostrar ao meu redor?
Quando vamos parar com isso? Estou ficando comovido e eu quero saber mais sobre isso.
Ao fim, mostro minhas guerras, o lado que nunca vai ao sol. Eu também não sabia que podia ser tão mortal, mas você sabe como lidar. Me perco na complexidade dos pensamentos e dos segundos, sem saber que no simples e suficiente encontra a solução.
Já não da pra parecer legal, não consigo mais, prefiro me mostrar cafona e fraco que sou. Cansado de ser a fortaleza, o inabalável e ser mais eu, o defeituoso e potencialmente destrutível.
Tudo bem se você acabar derrubando alguns vasos dentro de mim e tudo bem se não der certo, nós tentaremos de novo.
E que tal passearmos? Não há muito por onde ir, mas te mostro meus cantos e meus repousos, para de repente se você gostar, puder descansar também.
Ninguém conhece por de trás dos meus olhos e eu nunca ganhei um prêmio por isso, nós precisamos conversar, me ajude a me valorizar. Podemos desenvolver aqui um relacionamento e você me levar com você, mas deixe comigo alguma saída para que eu possa ter uma fuga de mim mesmo apenas para que eu não caia no descontentamento e na infelicidade.
Você que me tira de mim mesmo e conversa com nós dois, mas negar que me viu de todas as maneiras, não da. Ajuda a me entender e esconder meus problemas, acho que me perdi um pouco nisso tudo.
Queria mergulhar dentro de você e preencher cada canto, absorver cada amargura, cada insegurança e te dar um pouco de mim e, de repente, absorver um pouco de simplicidade e alegria pra ver se meu ser se satisfaz.
Eu acabei me quebrando, fique com você e faça o que quiser.
Eu acabo pensando demais, mas sozinho eu já estava, então fique se desejar e aproveite a estada.
Me chamo Jin San Sampaio, sou de 1993, moro em São Paulo-SP, terminando faculdade de direito e sou casado (maior felicidade da minha vida). Existem emoções tão próximas do impossível de se descrever que esse blog acaba se tornando uma tentativa. Comecei escrever algumas coisas em 2010 e estou voltando agora 2017. Nada mais do que a expressão da minha confusa mente.
domingo, 31 de dezembro de 2017
sábado, 4 de fevereiro de 2017
Nunca soube de nada
Nunca soube de nada.
Com a mão na cabeça e a outra empunhando a própria cruz passo meus dias dentro de mim mesmo e se pudesse me perguntaria sobre o que fazer no futuro. Deixar de ser escravo da própria mente? Andar cambaleando nos escombros de uma mente confusa é como encontrar seu rumo embriagado ao último. Me sinto como um cachorro perdido nas ruas, que só anda sem rumo e onde parece ter um caminho.
Tenho dificuldade em me aprofundar nas cores da vida, nada me parece colorido suficiente, mas na verdade acho que os problemas não são as cores, são meus olhos.
O que há de errado em mim? Não gostaria de ser da maneira que sou, de me questionar, de não saber de nada, de não estar satisfeito comigo mesmo, de nunca encontrar uma saída porque tudo parece confuso e estreito.
Onde esta essa liberdade que busco? Não me lembro quando comecei a buscar, mas parece que a aversão esta grudada em mim, parece que estou infinitamente programado a buscar por mais doloroso que isso seja. Eu não falo sobre a liberdade de ser eu mesmo, é a liberdade de alcançar uma felicidade plena, a liberdade de estar livre da culpa, livre da dúvida, porque não posso ter certeza de nada?
As vezes me sinto só sem estar e infeliz sem desejar. Há dias que parecem não passar, dias que se repetem, mas quem nunca se sentiu assim?
Eu sei que por mais que eu me esforce, vai ser sempre assim, mas eu não posso parar!
Ainda me questiono o que há nessa vida para mim. Não é possível que não tenha algo me esperando, porra, viver aleatoriamente não é possível para mim!
No fim, tirarei essa mente confusa do rosto e sorrirei quantas vezes forem necessárias até o momento que uma sombra tomar conta dos meus olhos, afinal para as pessoas a minha volta eu acabo não sendo o que penso, sou o que faço.
Com a mão na cabeça e a outra empunhando a própria cruz passo meus dias dentro de mim mesmo e se pudesse me perguntaria sobre o que fazer no futuro. Deixar de ser escravo da própria mente? Andar cambaleando nos escombros de uma mente confusa é como encontrar seu rumo embriagado ao último. Me sinto como um cachorro perdido nas ruas, que só anda sem rumo e onde parece ter um caminho.
Tenho dificuldade em me aprofundar nas cores da vida, nada me parece colorido suficiente, mas na verdade acho que os problemas não são as cores, são meus olhos.
O que há de errado em mim? Não gostaria de ser da maneira que sou, de me questionar, de não saber de nada, de não estar satisfeito comigo mesmo, de nunca encontrar uma saída porque tudo parece confuso e estreito.
Onde esta essa liberdade que busco? Não me lembro quando comecei a buscar, mas parece que a aversão esta grudada em mim, parece que estou infinitamente programado a buscar por mais doloroso que isso seja. Eu não falo sobre a liberdade de ser eu mesmo, é a liberdade de alcançar uma felicidade plena, a liberdade de estar livre da culpa, livre da dúvida, porque não posso ter certeza de nada?
As vezes me sinto só sem estar e infeliz sem desejar. Há dias que parecem não passar, dias que se repetem, mas quem nunca se sentiu assim?
Eu sei que por mais que eu me esforce, vai ser sempre assim, mas eu não posso parar!
Ainda me questiono o que há nessa vida para mim. Não é possível que não tenha algo me esperando, porra, viver aleatoriamente não é possível para mim!
No fim, tirarei essa mente confusa do rosto e sorrirei quantas vezes forem necessárias até o momento que uma sombra tomar conta dos meus olhos, afinal para as pessoas a minha volta eu acabo não sendo o que penso, sou o que faço.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Espelho, diga-me a verdade, somente a verdade. Me mostre aquilo que não desejo ver, aquilo que necessito sentir. Uma composição dramática que com cautela vou tentando aclarar, superar para que Ele não sei preocupe mais.
Uma névoa envolvente, que me seduz e me leva pra onde meu reflexo não alcança, um lugar tão profundo que não consigo ouvir minha própria consciência.
Pequeno enigma que carrego comigo, grande peso que me acompanha. Irmão para horas ruins, nocivo para horas boas. Marcante como ondas na falésia, destruidor como uma ideologia falsa preste a conquistar um mundo, meu mundo.
Mesmo tendo em mente essa dor que me corroê, eu não consigo evitar, ela me consome. É difícil para mim carregar um peso nas costas sem saber o motivo desse sofrimento, sem saber o porque de tudo isso, sem saber para onde devo ir.
Na minha vida existem momentos de acordos e desacordos comigo mesmo. Vivo uma grande contradição. Sigo crenças que nem mesmo sei o porque. Penso muito sobre isso, acho que os momentos estão me levando para algo que eu não acredito ser o certo. Mas como posso ter certeza das coisas que sei?
Minha visão perspicaz vai se fragmentando. Aos poucos vou me sentindo estranho, sei lá.
Agora -tanto faz- me parece uma ótima escolha.
By~~Jinn. 10/07/2010
Via coração
Via escuridão, caminho solidão
A estrada mais perto do meu coração...
O frio conversa comigo,
A espreita o meu medo não se afasta
Silencioso e distante caminho sem chorar
O medo de mãos dadas,
O frio fala alto, ele rugi no meu ouvido.
Luzes que já se apagaram, que não se acendem mais.
Estrada nebulosa e cheia de espinhos,
A floresta toma forma dos meus pesadelos.
Estrada, estrada sem fim
desespero que não acaba.
O medo se agarra nas minhas pernas
Eu sinto o cheiro do perigo
O frio está soprando, via escuridão
caminho solidão.
A estrada mais perto do meu coração...
By~~Jinn. 08/12/2010
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